O termo anemia refere-se a condições em que ocorrem níveis anormalmente diminuídos de hemoglobina e/ou eritrócitos, com consequente diminuição de aporte de oxigênio aos tecidos. Os sintomas podem incluir fadiga, fraqueza, dor de cabeça e tontura. Suas causas são variadas e devem ser esclarecidas por investigação clínica e diagnóstica. As principais causas de anemia incluem perda ou destruição excessiva de eritrócitos, e produção deficiente de eritrócitos e/ou hemoglobina. Para fins de diagnóstico, as anemias podem ser classificadas como microcíticas, normocíticas e macrocíticas.
1. Tefferi, A. Anemia in Adults: A Contemporary Approach to Diagnosis. Mayo Clin Proc. 2003;78:1274-1280; 2. Kohli-Kumar, M. Screening for anemia in children: AAP recommendations--a critique. Pediatrics. 2001 Sep;108(3):E56.
Referência(s) na Internet
Exames
- ÁCIDO FÓLICO
ÁCIDO FÓLICO | | Codigo.: | FOLIC | | Material.: | soro ref ambar | | Sinônimo.: | Folato | | Volume.: | 1.0 mL | | Método.: | Quimioluminescência | | Volume Lab.: | 1.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | 0202010406 | | Código CBHPM.: | 4.03.01.08-7 | | Interpretação.: | Uso: detecção de deficiência de folato (condição inibitória da síntese de DNA desencadeadora de anemia megaloblástica) em gestantes, usuários de medicamentos inibidores do folato e pacientes com síndromes malabsortivas (doença celíaca, doença de Crohn, outras); monitoramento de terapia com folato.
Os folatos atuam como cofatores em reações de transferência. Geralmente absorvidos no trato gastrointestinal, provenientes diretamente da dieta ou a partir de folato sintetizado por bactérias intraintestinais, sua deficiência causa um quadro hematológico quase indistinguível do causado pela deficiência de vitamina B12, estando associada à diminuição da capacidade de síntese protéica e divisão celular. A principal manifestação clínica da deficiência de folato é anemia megaloblástica.
Valores aumentados: dieta vegetariana, deficiência de vitamina B12, neoplasias.
Valores diminuídos: deficiência primária de folato dietético, hipertireoidismo, anemia perniciosa, alcoolismo, má nutrição, doenças hepáticas, deficiência de vitamina B12, hemodiálise crônica, doença celíaca adulta, anemia hemolítica, carcinomas, mielofibroses, gravidez.
Interferentes: hemólise, lipemia, exposição à luz, anticonvulsivantes, metotrexato, colchicina, estrogênios, contraceptivos orais, álcool, ácido aminosalicílico, ampicilina, cloranfenicol, eritromicina, lincomicina, penicilina, tetraciclinas. | | Referência.: | 3,0 a 17,0 ng/mL
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- CAPACIDADE DE LIGAçAO DO FERRO
CAPACIDADE DE LIGAçAO DO FERRO | | Codigo.: | CTF | | Material.: | soro | | Sinônimo.: | CTLF | | Volume.: | 1.0 mL | | Método.: | Colorimétrico | | Volume Lab.: | 1.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Refrigeração | | Código SUS.: | 0202010023 | | Código CBHPM.: | 4.03.01.42-7 | | Interpretação.: | Uso: avaliação e diagnóstico de anemias crônicas por deficiência de ferro. | | Referência.: | 228,0 a 428,0 ug/dL
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- COOMBS DIRETO
- COOMBS INDIRETO
COOMBS INDIRETO | | Codigo.: | cumbi2 | | Material.: | soro | | Sinônimo.: | COI | | Volume.: | 1.0 mL | | Método.: | Aglutinação | | Volume Lab.: | 1.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | 1104307.5 | | Código CBHPM.: | 0.00.00.00-0 | | Interpretação.: | Uso: pesquisa de anticorpos contra proteínas de membrana de eritrócitos (em especial D), em exames pré-transfusionais ou pré-natais.
Interpretação: este teste, geralmente realizado com eritrócitos O positivos, é utilizado para a detecção de anticorpos anti-D circulantes em mães Rh negativas sensibilizadas ou em pacientes receptores de transfusão sanguínea, utilizando o sangue do doador. | | Referência.: |
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- ELETROFORESE DE HEMOGLOBINAS
ELETROFORESE DE HEMOGLOBINAS | | Codigo.: | ELEHB | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | Estudo das hemoglobinopatias | | Volume.: | 3.0 mL | | Método.: | Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC | | Volume Lab.: | 3.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 48 horas | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | 0202020355 | | Código CBHPM.: | 4.03.04.35-3 | | Interpretação.: | Uso: diagnóstico de hemoglobinopatias e talassemias; diagnóstico diferencial de anemias e hemólise.
A eletroforese de hemoglobinas é de essencial importância no diagnóstico diferencial de anemias, microcitoses e hemólises, além de permitir análises familiares em parentes de portadores de hemoglobinas anormais. Seus resultados permitem o estabelecimento ou a exclusão de hemoglobinopatias e talassemias, constituindo importante e amplo procedimento diagnóstico. A presença de variantes de hemoglobina e alterações nas quantidades de hemoglobinas normais pode ser diagnóstica.
O metodo usado - HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) em substituição a eletroforese em acetato de celulose permite a identificação de um grande número de Hb anomalas que migram para áreas comuns na eletroforese. Outra vantagem está nas diferenciações entre HbA2 e HbC, HbS e HbD, e entre a HbG e Hb Lepore.
| | Referência.: |
1 a 7 dias : Até 84,0% 7 a 12 meses: Até 3,5% 2 a 4 meses: Até 40,0% Adulto: 0,0 a 2,0 % 4 a 6 meses: Até 7,0% 8 a 60 dias : Até 77,0% 12 a 18 meses: Até 2,8% A separação das Hb por cromatografia HPLC, apre- alem das Hb anormais. Hemoglobina A1 : > ou = 95,0% Hemoglobina A2 : 1,8 a 3,5 % Hemoglobina Fetal : senta a vantagem de dosagem das fracoes Fetal, A2
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- ELETROFORESE DE HEMOGLOBINAS (áCIDA)
- FERRITINA
FERRITINA | | Codigo.: | FERRI | | Material.: | soro | | Sinônimo.: | | | Volume.: | 1,0 mL | | Método.: | Quimioluminescência | | Volume Lab.: | 1.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 24h | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | 0202010384 | | Código CBHPM.: | 4.03.16.27-0 | | Interpretação.: | Uso: diagnóstico e avaliação de anemias ferroprivas; diagnóstico e avaliação de hemocromatoses; marcador de fase aguda.
Em condições normais, cerca de 20% do ferro corporal está reversivelmente ligado a ferritina, em uma forma de estoque intracelular de ferro. O restante se encontra livre ou ligado a hemoglobina, mioglobina, transferrina ou enzimas. A ferritina apresenta um PM de 450 kD e está localizada em vários tecidos como fígado, baço, medula óssea e intestino. Uma única molécula de ferritina pode abrigar até 4000 átomos de ferro, por conexão com resíduos hidroxifosfato. A molécula não ligada ao ferro é conhecida como apoferritina. Em casos de necessidade de ferro, este pode ser prontamente disponibilizado da ferritina para uso metabólico. A molécula pode ser encontrada intracelularmente e na corrente sanguínea, sendo um excelente parâmetro para avaliar os estoques de ferro.
A determinação da ferritina é um importante parâmetro para o diagnóstico e acompanhamento terapêutico de processos ferroprivos. Um balanço negativo do ferro (menor oferta do que consumo) diminui os valores da ferritina sérica. Valores inferiores a 12,0 ng/mL são associados a estados clínicos de deficiência de ferro. Durante a terapia de reposição de ferro, os valores indicam o sucesso terapêutico. A determinação é indicada para grupos de risco como doadores de sangue, gestantes, hemodialisados e crianças. Pacientes anêmicos não ferroprivos tratados empiricamente com ferro ou pacientes geneticamente predispostos podem desenvolver processos de hemocromatose ou siderose secundária, com valores muito elevados. Pacientes em vigência de processo inflamatório (sobretudo crônico) podem apresentar valores elevados (a ferritina funciona como proteína de fase aguda, aumentando em níveis). Doença hepática aguda também pode estar associada a níveis extremamente elevados de ferritina, assim como uso de substâncias tóxicas ao fígado. | | Referência.: | 1 a 5 anos : 6,0 a 60,0 6,0 a 60,0 ng/mL 1 a 6 meses : 6,0 a 410,0 6,0 a 340,0 ng/mL 6 a 19 anos : 6,0 a 320,0 6,0 a 70,0 ng/mL 7 a 12meses : 6,0 a 80,0 6,0 a 45,0 ng/mL Adultos Criança Menino Menina Homem : 30,0 a 323,0 ng/mL Mulher : 12,0 a 150,0 ng/mL RN : 25,0 a 250,0 25,0 a 250,0 ng/mL
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- GLICOSE-6-FOSFATO DESIDROGENASE (G6PD)
GLICOSE-6-FOSFATO DESIDROGENASE (G6PD) | | Codigo.: | G6PD | | Material.: | papel filtro - sangue | | Sinônimo.: | G6PD | | Volume.: | 4,0 mL | | Método.: | Fluorimétrico | | Volume Lab.: | 2,0 mL | | Rotina.: | 2ª e 5ª feira | | Resultado.: | 48 h | | Temperatura.: | Refrigerado | | Código SUS.: | 0202010481 | | Código CBHPM.: | 4.03.02.05-9 | | Interpretação.: | Uso: investigação da icterícia neonatal (não causada por incompatibilidade ABO/Rh); investigação em indivíduos com anemia hemolítica intermitente.
A G6PD é uma enzima que está envolvida na transformação da glicose fosfato em pentose fosfato (com produção de NADPH, que atua na manutenção das enzimas que exercem papel antioxidante nas hemáceas). O quadro clínico da deficiência da G6PD compreende anemia hemolítica (sobretudo após a administração de medicamentos oxidantes ou no período neonatal), infecções e consumo de certos alimentos (favas).
A deficiência da G6PD é uma alteração enzimática com padrão de herança recessivo ligado ao cromossomo X (sendo mais freqüente nos indivíduos do sexo masculino). | | Referência.: | Superior a 2,2 U/g Hb
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- HEMOGLOBINA - BANDA H
HEMOGLOBINA - BANDA H | | Codigo.: | HBH | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | | | Volume.: | 5.0 mL | | Método.: | Eletroforese | | Volume Lab.: | 5.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | | | Código CBHPM.: | 0.00.00.00-0 | | Interpretação.: | Uso: diagnóstico de anemias. Talassemia alfa (presença)
| | Referência.: | Ausente
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- HEMOGLOBINA A2
HEMOGLOBINA A2 | | Codigo.: | HBA2 | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | Hb A2 | | Volume.: | 5.0 mL | | Método.: | Captura iônica - Eletroforese | | Volume Lab.: | 5.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | | | Código CBHPM.: | 0.00.00.00-0 | | Interpretação.: | Uso: diagnóstico de anemias.
Valores aumentados: estigma beta talassêmico (heterozigoto para beta talassemia), talassemia maior, anemia megaloblástica.
Valores normais ou diminuídos: anemia microcítica ferropriva, delta e alfa talassemias, anemia sideroblástica, doença de HbH, eritroleucemia. | | Referência.: | Hemoglobina A2 : 1,8 a 3,5 %
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- HEMOGLOBINA FETAL
HEMOGLOBINA FETAL | | Codigo.: | HBFET | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | | | Volume.: | 5.0 mL | | Método.: | Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC | | Volume Lab.: | 5.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Ambiente | | Código SUS.: | 0202020320 | | Código CBHPM.: | 4.03.19.13-0 | | Interpretação.: | Uso: diagnóstico das beta talassemias; diagnóstico de persistência hereditária de hemoglobina fetal.
Valores aumentados: hemoglobinopatias homozigóticas (SS, CC, talassemia major, etc.), hemoglobinopatias duplo heterozigóticas, persistência hereditária de hemoglobina fetal, talassemia minor, esferocitose hereditária, anemia falciforme, leucemias agudas e crônicas, anemia de Fanconi, anemia aplástica adquirida, anemia megaloblástica, hemoglobinúria paroxística noturna.
A hemoglobina fetal está presente em crianças até os 6 meses de vida. | | Referência.: | 1 a 7 dias : Até 84% 12 a 18 meses : Até 2,8% 2 a 4 meses : Até 40% 4 a 6 meses : Até 7% 7 a 12 meses : Até 3,5% 8 a 60 dias : Até 77% Adulto : 0,0 a 2,0% Criança
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- HEMOGLOBINA H - PESQUISA
HEMOGLOBINA H - PESQUISA | | Codigo.: | PHH | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | | | Volume.: | 2.0 mL | | Método.: | Microscopia e HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência) | | Volume Lab.: | 2.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Sob Refrigeração | | Código SUS.: | 1104321.0 | | Código CBHPM.: | 4.03.04.85-0 | | Interpretação.: | Uso: avaliação de hemoglobinopatias | | Referência.: | Negativa
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- HEMOGLOBINOPATIAS NEONATAIS
HEMOGLOBINOPATIAS NEONATAIS | | Codigo.: | HEN | | Material.: | papel filtro - sangue | | Sinônimo.: | Eletroforese de Hemoglobinas em RN | | Volume.: | Papel embebido em sangue total | | Método.: | Focalização isoelétrica | | Volume Lab.: | Papel embebido em sangue total | | Rotina.: | 2ª e 5ª feira | | Resultado.: | 4 dias | | Temperatura.: | Refrigerado | | Código SUS.: | | | Código CBHPM.: | 4.03.04.85-0 | | Interpretação.: | Uso : As hemoglobinopatias consistem em um conjunto de alterações na estrutura ou na síntese da hemoglobina, resultantes de defeitos genéticos, condicionando um aumento da morbidade em condições ambientais normais. De uma forma geral, as hemoglobinopatias são classificadas em dois grandes grupos: no primeiro, as alterações resultam de uma anormalidade estrutural em uma das cadeias da globina, como no caso da doença falciforme; o segundo grupo, que inclui as talassemias, é constituído por redução na velocidade de produção de cadeias de globina ou incapacidade genética de produzir a cadeia globínica. A hemoglobina (Hb) é constituída de 2 cadeias a (alfa) e de 2 cadeias b (beta). | | Referência.: | após 90 dias. devem repetir a análise das hemoglobinas Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FA : Padrão Normal Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Interpretação: Fenótipos investigados: Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês.
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- HEMOGRAMA
HEMOGRAMA | | Codigo.: | HEMO | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | Hematológico | | Volume.: | 5.0 mL | | Método.: | Resistividade - impedância - colorimétrica (medidas eletrônicas e físicas) | | Volume Lab.: | 5.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12 h | | Temperatura.: | Ambiente | | Código SUS.: | 0202020380 | | Código CBHPM.: | 4.03.04.36-1 | | Interpretação.: | Uso: avaliação clínica geral; avaliação e diagnóstico de anemias, policitemias, aplasias medulares, processos infecciosos, leucemias/leucoses, trombocitose e trombocitopenia.
O hemograma é uma das análises mais utilizadas na prática médica, pois seus dados gerais permitem uma avaliação extensa da condição clínica do paciente. Embora não seja um teste extremamente sensível e específico para determinadas patologias, pode ser encarado como um sinal e/ou sintoma, integrante da avaliação inicial do paciente. No hemograma são avaliadas as três séries celulares componentes do sangue: eritrócitos, leucócitos e plaquetas, compondo o eritrograma, leucograma e plaquetograma.
No eritrograma, são contados os eritrócitos, são medidas as concentrações de hemoglobina e hematócrito, são determinados os índices hematimétricos (volume celular médio, concentração de hemoglobina corpuscular média, hemoglobina corpuscular média), além da determinação do RDW, que indica a variação do tamanho dos eritrócitos.
No leucograma, os leucócitos são contados em termos gerais, sendo classificados em uma contagem relativa em diferentes populações (neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, monócitos), segundo suas características citológicas.
No plaquetograma, as plaquetas são contadas e seu tamanho médio e variações de volume são determinados (MPV e PDW).
Todas estas análises são seguidas por microscopia após coloração para avaliação das características e/ou alterações morfológicas de cada série. Estes dados em conjunto permitem indicativos diagnósticos que, quando cruzados com outros dados e/ou resultados, são de extrema importância clínica. | | Referência.: | acima de 5 anos: 1 a 5 - 150 a 600 acima de 5 anos: 12,2 a 18,1 acima de 5 anos: 27,0 a 31,2 acima de 5 anos: 31,8 a 35,4 acima de 5 anos: 35,5 a 53,7 acima de 5 anos: 80,0 a 97,0 acima de 5 anos: 0 a 2 - 0 a 204 acima de 5 anos: 0 a 7 - 0 a 714 acima de 5 anos: 0 a 12 - 0 a 1.224 acima de 5 anos: 30 a 60 - 1.380 a 6.120 acima de 5 anos: 4.600 a 10.200 acima de 5 anos: 4,04 a 6,5 de 1 mes a 2 anos: 1 a 5 - 74 a 300 de 1 mes a 2 anos: 12,0 a 15,0 de 1 mes a 2 anos: 26,6 a 31,9 de 1 mes a 2 anos: 34,2 a 35,7 de 1 mes a 2 anos: 35,0 a 42,0 de 1 mes a 2 anos: 77,7 a 89,3 de 1 mes a 2 anos: 0 a 3 - 0 a 360 de 1 mes a 2 anos: 0 a 4 - 0 a 480 de 1 mes a 2 anos: 17 a 45 - 1.360 a 5.400 de 1 mes a 2 anos: 2 a 4 - 160 a 480 de 1 mes a 2 ano
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- METABOLITOS DA FENILALANINA
- METAHEMOGLOBINA - PESQUISA
- RESISTÊNCIA GLOBULAR
- RESISTÊNCIA OSMÓTICA ERITROCITÁRIA
RESISTÊNCIA OSMÓTICA ERITROCITÁRIA | | Codigo.: | ROE | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | Prova de Fragilidade Osmótica | | Volume.: | 2.0 mL | | Método.: | Macroscópica Na Cl | | Volume Lab.: | 2.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Ambiente | | Código SUS.: | | | Código CBHPM.: | 0.00.00.00-0 | | Interpretação.: | Uso: avaliação de anemias.
Valores aumentados: anemia ferropriva, talassemia, presença de hemoglobina S, presença de hemoglobina C.
Valores diminuídos: esferocitose hereditária, anemia hemolítica auto-imune. | | Referência.: | Negativa
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- RETICULÓCITOS - CONTAGEM
RETICULÓCITOS - CONTAGEM | | Codigo.: | RETI | | Material.: | Sangue total com EDTA | | Sinônimo.: | | | Volume.: | 5.0 mL | | Método.: | Automatizado | | Volume Lab.: | 5.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 12h | | Temperatura.: | Ambiente | | Código SUS.: | 0202020037 | | Código CBHPM.: | 4.03.04.55-8 | | Interpretação.: | Uso: diagnóstico diferencial das anemias; controle terapêutico.
Valores aumentados: anemia hemolítica, anemia por perda de sangue, início da terapêutica específica de algumas anemias (deficiência de ferro ou anemia megaloblástica).
Valores diminuídos: anemia aplástica, anemia ferropriva e megaloblástica antes do tratamento. | | Referência.: | 0,5 a 1,5 % Exame automatizado realizado no equipamento Sysmex XT 2000i.
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
- VITAMINA B12
VITAMINA B12 | | Codigo.: | B12 | | Material.: | soro ref ambar | | Sinônimo.: | Cianocobalamina | | Volume.: | 1.0 mL | | Método.: | Quimioluminescência | | Volume Lab.: | 1.0 mL | | Rotina.: | Diária | | Resultado.: | 24h | | Temperatura.: | Sob refrigeração | | Código SUS.: | 0202010708 | | Código CBHPM.: | 4.03.16.57-2 | | Interpretação.: | Uso: avaliação da deficiência de vitamina B12.
A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. É a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. É importante na hematopoiese e função neuronal.
Valores aumentados: insuficiência renal crônica, diabetes, insuficiência cardíaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doenças no fígado.
Valores diminuídos: deficiência de vitamina B12, síndromes de má absorção, dieta vegetariana, desordens congênitas, deficiência de ferro, deficiência de folato (ácido fólico). | | Referência.: | 180,0 a 900,0 pg/mL
| | Clique e veja outras doenças mais comuns relacionadas a este exame |
|