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Pesquisa mostra a deficiência da exposição ao sol na população brasileira

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Fabiano Sandrini, responsável médico e endocrinologista do Laboratório Alvaro, é um dos autores do estudo 

 

Um estudo avaliou a incidência da vitamina D na população brasileira. Elaborada por um grupo de médicos brasileiros, dentre os quais Fabiano Sandrini, endocrinologista e responsável médico do Laboratório Alvaro, a pesquisa concluiu que existe uma surpreende carência da vitamina no País.

A pesquisa avaliou 789.086 amostras de todas as regiões do Brasil, no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2012. As áreas pesquisadas foram divididas em três grandes regiões brasileiras, de acordo com a latitude: Norte e Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e Sul. Também foram considerados os dados de acordo com características clínicas da amostra como deficiente (menos de 20 ng/ml), insuficiente (entre 20 e 30 ng/ml), normal (entre 30 e 100 ng/ml) ou tóxica (mais de 100 ng/ml). O período de pesquisa foi dividido de acordo com os quatro trimestres e respectivas estações do ano.

Das amostras pesquisadas, a média de resultado obtido foi de 29.67 ng/ml, sendo (22,35%) classificadas como deficientes, 36,16% insuficientes, 41,13% normais e 0,36% tóxicas. .Ou seja, praticamente metade das amostras foi considerada deficientes ou insuficiente, mesmo durante o verão ou em áreas equatoriais., frisa o especialista.

Sandrini explica que a vitamina D tem sido classicamente relacionada à boa qualidade do osso. Entretanto, nos últimos anos, têm sido observados vários outros benefícios para a saúde como modulador de respostas imunológicas, prevenindo agressividade de alguns cânceres, doenças degenerativas, dentre outros. .Mas estas questões ainda precisam de confirmação., sinaliza o médico.

Por isso, segundo o PhD, a avaliação dos níveis de vitamina D tem sido solicitada cada vez com mais frequência. .Como o Laboratório Alvaro possui avaliações de todas as regiões do Brasil, ficamos surpresos com a quantidade de pessoas deficientes de vitamina D. Sabemos que a vitamina D é, basicamente, proveniente da exposição ao sol. Então, esta frequência elevada de pessoas deficientes de vitamina D parece não ser verdadeira em um país como o nosso. Entretanto, outros trabalhos também confirmam a alta frequência de deficiência de vitamina D em nosso país., afirma Sandrini.

O estudo foi apresentado no AACC Annual Meeting 2013 (Associação Americana para Clínica Química/American Association for Clinical Chemistry), evento realizado de 28 de julho a 01.º de agosto, em Houston, no Texas. Sandrini, que é PhD em Ciências da Saúde, na subárea de Endocrinologia Pediátrica, foi um dos mentores do projeto. O Laboratório Alvaro apresentou neste ano oito trabalhos científicos no AACC Annual Meeting 2013.