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Diabetes: a importância do diagnóstico precoce
Fabiano Sandrini, responsável médico e endocrinologista do Laboratório Alvaro, alerta sobre o assunto

Por ser uma doença pouco sintomática, muitos portadores de diabetes desconhecem sua condição e, por isso, não seguem nenhum tipo de tratamento. De acordo com Fabiano Sandrini, responsável médico e endocrinologista do Laboratório Alvaro, o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. “Ter conhecimento sobre a doença em estágio inicial pode ampliar significativamente as chances de prevenir ou retardar complicações e, até mesmo, salvar vidas”.

Um estudo publicado na revista Diabetes Care neste ano aponta que, ao expandir o Medicaid (programa de saúde social dos Estados Unidos para famílias de baixa renda), foi observado um aumento de 23% nos diagnósticos de diabetes. O estudo aponta a importância do diagnóstico principalmente nas fases anteriores da doença, quando as mudanças no estilo de vida podem ter um impacto significativo na saúde de uma pessoa.

O diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento da glicose (açúcar) no sangue. O pâncreas do diabético não é capaz de produzir o hormônio da insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina). A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.

Há diversas maneiras de confirmar o diagnóstico de diabetes. Os exames mais usados são: teste de glicemia plasmática em jejum (mede a glicose no sangue após pelo menos 8 horas de jejum), teste oral de tolerância à glicose (este tipo de exame mede a glicose no sangue em dois momentos: após pelo menos 8 horas de jejum e após 2 horas da ingestão de um líquido com quantidade conhecida de glicose), teste aleatório de glicose plasmática (análise da glicose no sangue sem levar em conta o que foi consumido na última refeição). “Esses exames são simples e podem ser feitos em laboratórios. No caso de resultado positivo, recomenda-se repetir o teste de glicose em jejum ou o teste oral de tolerância à glicose em outro dia”, afirma o responsável médico do Laboratório Alvaro.