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Seis informações importantes para serem avaliadas nos rótulos dos alimentos

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Endocrinologista do Laboratório Alvaro lista itens que devem ser observados na hora de realizar as compras

Muita gente não se atenta aos alimentos que coloca no carrinho. De acordo com a Dra. Myrna Campagnoli, endocrinologista que integra o corpo clínico do Laboratório Alvaro, para evitar cair em armadilhas é fundamental ler os rótulos na hora de escolher os alimentos. “Até mesmo as versões light podem não ser nutricionalmente boas para o organismo”, explica ela.

Para a especialista, não é necessário ler todo o rótulo, mas algumas informações merecem destaque. Os ingredientes, por exemplo, mostram qual a composição do produto de forma decrescente. Por exemplo, se o primeiro ingrediente presente na lista for farinha de trigo, então é o que está em maior quantidade no produto.

E para ajudar na compreensão da tabela nutricional, a endocrinologista listou alguns itens que merecem mais atenção:

Valor energético: Corresponde a energia produzida pelo corpo proveniente de carboidratos, gorduras e proteínas. Para quem segue dietas com restrições de calorias, este dado é muito importante.

Quantidade da porção: Quem nunca comprou um pacote de salgadinho achando que tinha poucas calorias, mas ao chegar em casa percebeu que o número correspondia a apenas um terço do pacote? Este é um dos primeiros itens que devem ser olhados a fim de evitar surpresas depois.

Gorduras saturadas: Essa gordura quando consumida em excesso aumenta o colesterol ruim (LDL). Para saber se o produto tem muito desse nutriente, lembre-se que o recomendado é apenas 20 gramas ao dia.

Sódio: Está presente em quase todos os alimentos industrializados, inclusive nos doces. O seu consumo excessivo pode ser prejudicial, principalmente aos hipertensos. O indicado é que a cada 100 gramas de um alimento, deve haver no máximo 200 miligramas de sódio.

Fibras: Além de ajudar no regulamento do intestino, as fibras são também importantes aliadas para redução da absorção do colesterol e açúcares. O ideal é que haja a proporção de 3 gramas de fibras a cada 100 gramas do produto.

Colesterol: Independente da quantidade de alimentos consumidos diariamente, o consumo diário de colesterol não deve passar de 300 miligramas. O excesso pode colaborar para o aumento do LDL, resultando em um fator de risco para o infarto.