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Vírus ZIKA

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O alerta é de Mauro Scharf, endocrinologista e diretor médico do Laboratório Alvaro 

Laboratório Alvaro realiza teste de detecção do novo vírus transmitido pelo Aedes Aegypti

Pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia identificaram o vírus Zika em vários pacientes da Bahia e outras cidades do Nordeste. A febre Zika, originária da África, nunca havia sido registrada na América do Sul. Esse novo vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes Aegypti e Aedes Albopictus. “É uma doença parecida com a dengue, inclusive nos sinais e nos sintomas”. Inicialmente, os casos assemelham-se a uma gripe, apresentando dor de cabeça, dor nas articulações, conjuntivite, dor de garganta, febre leve, irritação da pele, náuseas e dor muscular, com cura espontânea em 5 dias. A suspeita é que o vírus Zica tenha sido “importado” durante a copa do mundo, período em que recebemos diversos estrangeiros no país.

No Brasil o vírus Zika já foi registrado em pessoas de 19 municípios da Bahia desde fevereiro 2015, assim como em outros Estados do Nordeste. Existem registros desse vírus no país desde outubro de 2014, quando o Zika foi identificado em amostras de sangue de pacientes residentes em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.

O Laboratório Alvaro está realizando um avançado teste molecular de detecção do vírus Zika, em amostras de sangue, plasma ou liquor, a metodologia empregada é o RT-PCR que identifica o material genético do vírus com alta precisão, mesmo em estágios iniciais da infecção. 

Para maiores informações, consulte:

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www.laboratorioalvaro.com.br